Como criar um site inteligente e que ajuda sua empresa a vender mais?

[vc_row][vc_column][vc_column_text]site-inteligenteMuitas empresas que nos procuram sempre falam que buscam um site “transacional” e não institucional, mas afinal o que isso quer dizer?

Na prática o que a maioria das pessoas espera é que o seu site não fale apenas sobre missão, visão, produtos, etc., mas que também ajude a vender ou a captar clientes. Ai então surge a confusão, pois um site transacional é aquele que permite ao visitante realizar transações, como uma loja virtual. Porém, muitas empresas não têm produtos ou serviços que sejam de fácil comercialização online, então a dúvida sobre o tipo de site assola qualquer empresário ou gestor de marketing.

Sendo assim, a técnica do site inteligente é a seguinte: não importa se o seu site é institucional, transacional ou qualquer outro termo que te falarem. O que importa é ele ter um objetivo claro e que seja inteligente o suficiente para alcançar esse objetivo com  o mínimo esforço.

Por isso, apresentaremos um pequeno check-list para um bom site corporativo:

  • Contrate um profissional

Se fosse a fachada da sua empresa ou a decoração do seu escritório você contrataria o estudante de arquitetura, contrataria um ajudante de pintor, um estagiário de decoração ou ainda a sua tia ou a sua prima que “manja” de decoração? Então porque no site da sua empresa você pensa em contratar o sobrinho que está fazendo um curso ou o filho do amigo que sabe desenvolver sites para prestar um serviço tão importante para os negócios da sua empresa?

  • Defina objetivos claros para o site

Se o site tem como objetivo vender produtos, então você deverá definir uma estrutura de venda e atendimento para que ele consiga cumprir as metas dele.

Já se o objetivo é a geração de leads, então, pense um processo de engajamento desse lead de modo que ele preencha o formulário de modo simples e descomplicado.

Mas se o objetivo for apenas audiência (visitas), cadastro no blog, likes, ou compartilhamentos então você deverá ser capaz de medir a evolução desses números mês a mês para que o trabalho e o investimento faça sentido.

  • Faça um protótipo da arquitetura da informação

É comum você encomendar um site para um profissional e muitas vezes somente na hora da entrega você percebe que a disposição das informações não estão legais e então começa um trabalho sem fim de ajustes que estressam você e o profissional que desenvolveu.

Para isso a nossa dica é que antes de escolher uma ferramenta você faça um estudo de arquitetura da informação do seu site e se você já tiver feito o estudo de persona então será muito mais simples saber quais informações deverão estar no site e qual a importância de cada uma delas.

Com esse estudo você será capaz de ver o mapa do site completo, a estrutura de cada área do site e poderá chegar até ao ponto de ver o que chamamos de wireframe que é uma maquete navegável do site, onde os usuários terão a possibilidade de testar a navegabilidade e o acesso às informações e caso não fique legal o protótipo pode ser alterado em minutos até que tudo fique certinho e especificado, quase como a planta de uma casa.

Com isso até a contratação do desenvolvedor será mais fácil, pois uma vez que você já tem o protótipo navegável com o tipo de conteúdo em cada página e toda a estrutura já especificada, para o desenvolvedor fica muito mais fácil orçar o serviço e desenvolver, pois retiramos a subjetividade da construção. Essa prática é primordial para quem quer fazer um projeto de website vencedor.

  • Escreva um bom conteúdo e faça SEO (Search engine Optimization)

Vivemos em um mundo repleto de informações e as ferramentas de buscas possibilitam cada vez mais informações e conteúdo de qualidade a qualquer momento para quem pesquisa, por isso, o conteúdo do seu site deve ser pensado cuidadosamente e escrito com maestria para que ele seja facilmente indexado pelos motores de busca como Google, Bing e Yahoo e entregue contextualizadamente e na hora certa para o visitante interessado.

Mas se novamente o mapeamento de persona foi observado, então a entrega de conteúdo será feita de modo muito mais completo e organizado.

Tenha certeza de que cada página do seu site foi escrita de forma otimizada para a busca (SEO – Search engine Optimization), trabalhada em sua estrutura de título, descrição e palavras chave para que os buscadores encontrem gratuitamente o conteúdo do seu site e entregue ao seu público alvo.

  • Monitore o tráfego do seu site

É fundamental que seu site seja monitorado por ferramentas de web analytics, tais como: Google Analytics, Yahoo Analytics, Omniture Site Catalyst, Webtrends, Predicta Atmosphere, entre outros.

Com essas ferramentas você será capaz de conhecer os hábitos dos seus visitantes, como: horário, localização geográfica, recorrência, origem (fonte), tecnologia, páginas mais acessadas, conversões, rejeição, tempo no site, dentre outras métricas que ajudarão a sua empresa a melhorar continuamente o conteúdo e a arquitetura do site.

  • Escolha uma tecnologia de mercado

Essa dica está bastante relacionada à escolha profissional, pois quanto mais profissional é o seu fornecedor menos ele vai querer lhe aprisionar como cliente, por isso, a escolha da tecnologia é ponto chave, sendo assim, não permita que o seu fornecedor crie algo para a sua empresa que só ele sabe gerenciar, alterar e publicar conteúdo e certifique-se que se o serviço não estiver legal outras empresas conhecem da tecnologia e poderão te apoiar em uma eventual mudança de fornecedor.

Então, escolha tecnologias de mercado para o seu site, de acordo com o tipo de site que você trabalhará, por exemplo: se for apenas conteúdos (textos, imagens, vídeos) você deverá adotar uma tecnologia chamada CMS – Content Management System (Sistema de gestão de conteúdo) essa tecnologia é amplamente difundida e possui diversas ferramentas pagas e open source para todos os portes e bolsos de empresas.

Mas se a necessidade for uma loja, então você precisa usar uma tecnologia de ecommerce, que também existem várias opções nacionais e estrangeiras, mas nesse caso muito cuidado com a compatibilidade com meios de pagamentos em real, integração com bases de CEP e outros recursos que facilitarão o desenvolvimento e a parametrização.

Para facilitar a sua vida eu montei uma tabelinha que vai explicar melhor tudo que estou falando, mas a dica fundamental é NÃO Invente a roda! E não tente desenvolver o que já está desenvolvido, pois essas ferramentas são usadas, testadas e melhoradas continuamente por milhões de usuários no mundo todo e por melhor que seja o seu desenvolvedor, você terá mais a perder do que a ganhar usando uma tecnologia proprietária, pois você precisará arcar com os custos de adaptação a novos dispositivos, segurança, compatibilidade a novos sistemas operacionais e browsers, desenvolvimento de integrações com redes sociais e ferramentas de mercado ao passo que em uma tecnologia não proprietária esses recursos são incorporados e melhorados continuamente.

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